
Plataforma DPP / Digital Twin — unindo IoT, Edge AI e Blockchain para conformidade com regulamentações no padrão Global.
-40%
Tempo Porto
<50ms
Latência
R$ 0,28
Custo DLT
<$1
Tag/Saca
A consolidação do acordo abre um mercado trilionário com redução de tarifas, mas impõe conformidade rigorosa com regulamentações europeias (EUDR e ESPR/DPP).
Exigência de rastreabilidade verificável ponta a ponta para commodities agro (soja, carne bovina) exportadas do Brasil.
Desafio de coletar dados confiáveis em áreas rurais remotas com conectividade limitada.
Integração de dezenas de sistemas fragmentados (governo e logística) e prova de veracidade para autoridades estrangeiras.
Uma réplica virtual exata do trajeto e da carga tokenizada e globalmente identificada com seu DPP, atualizando o "Shelf Life" (validade) e todos os documentos legais a cada etapa da viagem.

Interface da plataforma SIT com rastreabilidade multimodal Brasil-Europa com sensores IoT em tempo real





Shelf Life Dinâmico
42 dias
Calculado via Edge AI
Temperatura
-1.4°C
Dentro do padrão
Documentos
12/12
Conformidade total
DLT Status
Verificado
Autêntico
Último registro imutável - DLT
0x7f3a9b2c...4d8e9c2d • Transação verificada há 12 min
Dispositivos desenvolvidos no Brasil com conectividade offline-first e tags de baixo custo (<$1/saca).
Inteligência Artificial na borda para cálculo de Shelf Life dinâmico em tempo real, mesmo sem conexão.
Registro imutável sem custo de transação, produto tokenizado, transformando cada lote em token exclusivo verificável.
Seis etapas que transformam cada lote em uma prova digital incontestável, capturada na origem e verificável em qualquer ponto da cadeia.
O lote é registrado ainda no campo. Sensores IoT coletam dados e a Edge AI valida localmente — mesmo sem internet. Documentos de origem (CAR, GTA, polígono) são anexados ao registro.
O lote é tokenizado na rede distribuída, gerando seu Passaporte Digital (DPP) exclusivo com identificação global GS1 e criando o Gêmeo Digital Ativo.
A cada etapa, documentos são coletados dos sistemas integrados (SEFAZ, Siscomex, MAPA, Porto Sem Papel), validados, versionados e protegidos por prova de integridade na rede DLT.
Durante o trajeto rodoviário, ferroviário e marítimo Brasil–Europa, sensores IoT atualizam condições, localização e documentos. Alertas avisam sobre desvios de temperatura, rota ou prazos.
Cada mudança de posse (fazenda → frigorífico → exportador → importador) é registrada na rede com os documentos justificadores, formando uma cadeia de custódia incontestável.
Na Europa, autoridades, certificadoras e o consumidor final (via QR Code) acessam a base imutável do SIT e confirmam a conformidade legal e a DDS digital exigida pelo EUDR.
Todos os documentos legais e certificados da exportação reunidos, autenticados e protegidos por prova de integridade — com o exportador no controle de quem acessa o quê.
A emissão da DDS é liberada apenas com o checklist 100% completo.
CAR, GTA, NF-e, CT-e, DU-E, ePhyto, Porto Sem Papel, Bill of Lading e DDS unificados em um único cofre.
Cada documento recebe uma impressão digital criptográfica na rede DLT, autenticável com um clique.
Histórico completo de revisões com data, autor e prova de integridade de cada versão.
Ao subir um arquivo, a plataforma identifica o tipo de documento e o associa à carga correta.
O exportador define quem vê cada documento — por exemplo, só o importador e a alfândega de destino.
Dados sensíveis (volumes, preços, clientes) nunca ficam expostos. O dono decide quem acessa o quê.
Dispositivos IoT nacionais com Edge AI (TinyML) para cálculo de Shelf Life dinâmico em tempo real, mesmo offline.
Nó DLT nacional para dados agro soberanos, garantindo controle e autonomia sobre informações estratégicas.
DPP verificável reduz >40% dwell time portuário para a EU, com ROI estimado de 10-100x para exportadores.
Além da conformidade regulatória, uma mudança de paradigma na gestão logística através do conceito de Digital Twin aliado ao cálculo dinâmico de vida útil da carga.
Shelf Life calculado em tempo real baseado em condições reais
Redução de perdas e maximização do valor da carga
Atende 100% das exigências EUDR e ESPR/DPP
Posicionamento premium no mercado internacional
Redução drástica no dwell time com dados auditáveis e automatizados
Retorno sobre investimento comprovado para exportadores
Atende EUDR, ESPR/DPP e padrões W3C DIDs/VCs
Blockchain DLT garante autenticidade absoluta
Alinhamento com cadeias agroindustriais sustentáveis
Framework que já segue padrões exigidos pela UE
O SIT complementa — não substitui. Via conectores (APIs / Adaptors), unifica as janelas governamentais e os sistemas logísticos da cadeia de exportação brasileira.
Importação e validação automática de NF-e e CT-e (XMLs fiscais).
Vínculo da DU-E (Declaração Única de Exportação) à carga.
Documentação portuária integrada à linha do tempo e sinaleiras da carga.
Certificados fitossanitários eletrônicos.
Certificados sanitários internacionais (proteína animal).
Regularidade ambiental e geolocalização (CAR/polígonos) — requisito central do EUDR.
Integração sob demanda via APIs abertas, sem exigir substituição dos sistemas atuais nem mudanças operacionais drásticas.
Nossa visão é transformar o SIT na referência LATAM em rastreabilidade de commodities agrícolas, expandindo gradualmente para novos mercados e tecnologias.
Investimento constante em P&D para manter liderança tecnológica em Edge AI e DLT para rastreabilidade agrícola.
Expansão para demais países do Mercosul, mercados asiáticos e norte-americanos, incrementando o DPP para diferentes regulamentações regionais.
Construção de uma rede de parceiros certificados para implementação e suporte em toda a cadeia produtiva.
O SIT conta com o apoio de instituições de referência em inovação, pesquisa e desenvolvimento tecnológico.
Parcerias em Desenvolvimento
Trade Worldwide Information Network
Blockchain DLT Technology
Associação Brasileira de Internet das Coisas
Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
Parceiros de Relacionamento e Integração
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações
Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil
Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne
Associação Nacional dos Exportadores de Cereais
Respostas às dúvidas mais comuns sobre o SIT.
O DPP é o Passaporte Digital do Agronegócio: um registro eletrônico seguro e tokenizado que acompanha a mercadoria, reunindo dados de origem, sustentabilidade e documentos legais. Cada DPP possui identificação global GS1 e pode ser consultado via QR Code por autoridades, compradores e consumidores.
O SIT automatiza e comprova a rastreabilidade ponta a ponta exigida pela EUDR (antidesmatamento) e ESPR, gerando prova digital imutável aceita pelas autoridades europeias. Um checklist mostra em tempo real o que falta — e, ao completar 100%, emite a DDS (Due Diligence Statement) em formato digital verificável.
Não. Graças à Edge AI (IA de borda), o SIT captura e estrutura os dados offline diretamente no campo, transmitindo-os com segurança assim que houver conectividade. Alguns sistemas já operam com transmissão via satélite, usando redes de baixa órbita (NTN).
Os custos são extremamente competitivos: a tag/sensor IoT custa menos de US$ 1 por saca e o registro de transação na rede DLT custa apenas alguns centavos. Em média, cada exportação envolve até 30 transações.
Não, ele atua de forma complementar via APIs. O SIT integra as informações desses sistemas governamentais fragmentados e da logística privada em uma única linha do tempo digital e imutável, facilitando a auditoria internacional.
Todos os documentos da exportação são reunidos em um cofre digital. Cada um recebe uma impressão digital criptográfica na rede DLT, que comprova autenticidade e detecta adulterações. A plataforma mantém histórico de versões e permite que o exportador controle quem visualiza cada documento.
Não tem relação com criptomoedas ou especulação. Tokenizar significa criar um certificado digital único e intransferível que representa o lote na rede, registrando de forma imutável quem é o dono da carga em cada momento — seguindo o padrão internacional MLETR. É a evolução digital do conhecimento de embarque em papel.
Não. O SIT segue o princípio de soberania de dados: o dono define quem acessa o quê. É possível liberar uma carga apenas para o importador e a alfândega de destino. Dados sensíveis nunca ficam públicos — apenas as provas de integridade (que não revelam conteúdo) são registradas na rede.
Cada participante recebe uma identidade digital descentralizada (DID) vinculada ao seu registro legal (CNPJ no Brasil, EORI na Europa). Essa identidade assina documentos, registra eventos e transfere a propriedade da carga — eliminando fraudes e garantindo um responsável verificável para cada registro.
Sim. Por ser construído sobre padrões abertos (framework TWIN, W3C, UN/CEFACT, GS1) e usar uma rede DLT pública e neutra (IOTA), qualquer parte autorizada pode verificar a autenticidade dos documentos e da cadeia de custódia sem depender da SEGELS ou de intermediários.
A implantação varia conforme o porte e os sistemas existentes. Por ser uma plataforma em nuvem com conectores prontos para os principais sistemas governamentais, a adoção é gradual e não exige substituição dos sistemas atuais. Oferecemos ambiente de testes (sandbox) para validar com cargas-piloto antes da adoção em escala.
Um novo patamar de transparência e competitividade no mercado Global.